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Encontro de 10 de Dezembro de 2004
Como habitual os tertulianos reuniram-se a 10
de Dezembro de 2004 no restaurante Regras do Jogo,
por volta das 20.30, para mais um jantar –
encontro da Tertúlia, em que a figura do
encontro foi o Presidente da Câmara Municipal
de Lisboa, em exercício, o professor António
Carmona Rodrigues. O jantar era esperado com uma
certa ansiedade, já que a personalidade convidada,
à frente dos destinos da autarquia de Lisboa,
substituindo o presidente eleito, em funções
de Primeiro Ministro da Nação, é
um homem de reconhecida simpatia, simplicidade e
valor. O António Carmona Rodrigues, engenheiro
civil do IST, alia qualidades de simpatia e naturalidade
que lhe são próprias, com as de um
professor doutorado em engenharia do ambiente, que
deixa a semente do rigor e da qualidade, a todos
os seus alunos e colaboradores. Veio acompanahdo
da sua chefe de gabinete a Engª Gabriela e
a assessora Dra. Margarida Loureiro. E assim começámos
mais um encontro. Este o de Natal.
O jantar decorreu dentro do programa préviamente
estabelecido, com uma parte de Fado de Lisboa, muita
conversa e animação, palavras do convidado
e um pouco mais à frente um grande susto
pelo meio. Um dos amigos, na mesa do convidado,
sentiu-se mal, e foi necessário chamar o
112. Os vários médicos presentes prestaram-lhe
assistência imediata, e quando chegou a emergência
médica o Carlos Mineiro Aires já estava
melhor. Mas, por precaução, lá
foi para o hospital, acompanhado pela sua simpática
e dedicada mulher. Bem, o jantar decorreu como habitual,
com o Canto de Coimbra, o caldo verde da meia-noite,
mais cantigas, desgarrada. Alegria sim, mas sempre
uma preocupação no ar. Como estaria
o nossso amigo?
Eis senão quando, lá para a uma e
tal da manhã, reaparece o “nosso doente”
já refeito, alegre e bem disposto, recebido
com uma estrondosa salva de palmas e assim lá
ficámos todos até às 02.30
da madrugada.
A noite acabou em cheio, com muita alegria e melhor
disposição, tendo depois vindo a saber-se
que a baixa de tensão verificada, tinha ocorrido
devido a uma mudança de terapêutica
e que, consequentemente, haveria que deixar passar
um tempo de adaptação. Por imposição
do Filipe Robalo, o especialista de serviço,
e logo de cirurgia cardíaca, o nosso amigo
não voltou a fumar nessa noite nem nas muitas
noites e dias que se seguiram. Felizmente viu-se
livre dessa situação, que em nada
o beneficiava. Conseguiu deixar de fumar! Tal não
foi o susto que apanhou e que nós, em parte,
presenciámos.
Assim nos despedimos do ano de 2004 e marcámos
encontro para Março de 2005.
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